Ontem, ainda estava eu deitadinha na areia da praia (sim, porque hoje já estou em casa, a boa vida já acabou), tinha o meu mp4 ligado e apercebi-me que havia lá uma música com uma letra bastante interessante. Por achar que, pelos menos parte dela, tem muito a ver com a minha vida, decidi pôr essa parte aqui.
"I Can't Take A Day Without You Here,
You're The Light That Makes My Darkness Disappear.
When You Look Me In The Eyes,
And Tell Me That You Love Me.
Everything's Alright,
When You're Right Here By My Side.
When You Look Me In The Eyes,
I Catch A Glimpse Of Heaven.
I Find My Paradise,
When You Look Me In The Eyes.
Every Day, I Start To Realize,
I Can Reach My Tomorrow,
I Can Hold My Head High,
And It's All Because You're By My Side."
(Jonas Brothers, When you look me in the eyes)
Acho que todos percebem a quem isto é dedicado, por isso não preciso de dizer mais nada. Agora vou colorir a minha vida com mais umas musicas.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Socorro, não sei o que vestir!!
Como muitos de vocês sabem, falta pouco mais de uma semana para eu começar a trabalhar numa empresa de consultoria. Ora, o meu problema é que, para além de ser o início de uma vida nova (o que, já de si, é algo complicado), não sei muito bem como vou conseguir lidar com o "dress code" que (presumo) me será exigido na empresa.
Quem me conhece bem vai concordar com algo que percebi agora: o meu guarda-roupa é o inverso daquilo que preciso agora. Ele está cheio de t-shirts com um toque desportivo ou casual, calças de ganga largas e/ou com bolsos, sapatilhas, tops decotados e malas de ganga ou pano, enfim, tudo coisas que não me será permitido usar nos próximos tempos. É claro que com as minhas últimas compras agora é possível encontrar uns fatos completos (à executiva), calças de vinco, sapatos de salto alto, camisas (algo que sempre abominei...), casaquinhos sóbrios e umas camisolas mais decentes. Só que as peças são tão poucas que vai parecer que ando sempre com a mesma roupa!
E o meu desespero aumenta quando entro nas lojas à procura de algo mais adequado ao escritório e os meus olhos insistem em fugir para tops de algodão coloridos, brilhantes e com decotes astronómicos e calças de ganga confortáveis. Nas sapatarias acontece o mesmo: só consigo olhar para ténis ou chinelos, quase nem reparando nos sapatinhos castanhos de salto alto que me fizeram entrar na loja. Com as malas, felizmente, está a ser mais fácil.
Bom, e qual é o objectivo desta conversa toda, perguntam vocês. Se alguém se quiser oferecer para meu consultor de imagem particular (atenção que pago muito mal) ou para me dar umas dicas sobre "Como vestir bem no trabalho", por favor, esteja à vontade. Todas as ideias são bem-vindas.
Agora tenho é de começar a pensar como vou combinar a roupa para a minha primeira semana de trabalho, aquela que me vai dizer se o meu bom gosto está ou não actualizado. E (que remédio) vai ser com essas cores que vou "vestir" a minha vida nos próximos meses.
Quem me conhece bem vai concordar com algo que percebi agora: o meu guarda-roupa é o inverso daquilo que preciso agora. Ele está cheio de t-shirts com um toque desportivo ou casual, calças de ganga largas e/ou com bolsos, sapatilhas, tops decotados e malas de ganga ou pano, enfim, tudo coisas que não me será permitido usar nos próximos tempos. É claro que com as minhas últimas compras agora é possível encontrar uns fatos completos (à executiva), calças de vinco, sapatos de salto alto, camisas (algo que sempre abominei...), casaquinhos sóbrios e umas camisolas mais decentes. Só que as peças são tão poucas que vai parecer que ando sempre com a mesma roupa!
E o meu desespero aumenta quando entro nas lojas à procura de algo mais adequado ao escritório e os meus olhos insistem em fugir para tops de algodão coloridos, brilhantes e com decotes astronómicos e calças de ganga confortáveis. Nas sapatarias acontece o mesmo: só consigo olhar para ténis ou chinelos, quase nem reparando nos sapatinhos castanhos de salto alto que me fizeram entrar na loja. Com as malas, felizmente, está a ser mais fácil.
Bom, e qual é o objectivo desta conversa toda, perguntam vocês. Se alguém se quiser oferecer para meu consultor de imagem particular (atenção que pago muito mal) ou para me dar umas dicas sobre "Como vestir bem no trabalho", por favor, esteja à vontade. Todas as ideias são bem-vindas.
Agora tenho é de começar a pensar como vou combinar a roupa para a minha primeira semana de trabalho, aquela que me vai dizer se o meu bom gosto está ou não actualizado. E (que remédio) vai ser com essas cores que vou "vestir" a minha vida nos próximos meses.
domingo, 2 de agosto de 2009
Como as coisas mudam...
““Hoje (dia 8/9/08) foi o meu primeiro dia no meu novo quarto/casa, em Benfica. É tudo imensamente diferente daquilo a que estava habituada, logo é tudo bastante estranho para mim.
Para começar, estou a viver com a senhoria e com outra rapariga. Quer dizer, neste momento acho que somos 4 cá em casa: eu, a senhoria, o filho dela (que discutiu com a mulher) e uma norueguesa que deve andar à procura de casa. A rapariga que vai mesmo viver comigo ainda não a vi nem conheci…
Sinto-me uma estranha nesta casa que se abriu para mim. O meu novo quarto é muito fixe: uma cama, uma mesa-de-cabeceira, um roupeiro, uma secretária e 2 outros móveis (que não posso mudar de sítio, segundo os “Estatutos” colados na porta do quarto, como nos hotéis). Tenho ainda uma varanda com uma mesa e 2 cadeiras e 2 armários na parede (um deles cheio de caixas das minhas mudanças). A casa também é porreira, se esquecermos que parece um bocado desabitada, sem toalhas na casa de banho e com o frigorífico um bocado vazio.
Quase tenho medo de fazer barulho, não vá incomodar as outras pessoas (e, mais uma vez, desobedecer aos “Estatutos”, que definem ainda o dia de pagar a renda, o dia de lavagem da roupa e outras regras básicas de convivência). Tudo o que faço é pensado minuciosamente, cada movimento estudado com cuidado. Tento evitar as pessoas, com medo que elas julguem as minhas acções. Ainda é tudo muito estranho para mim…
Para completar o quadro, estou num bairro novo, pelo qual andei a passear à tarde. O melhor de tudo é que existem 2 supermercados iguais, um perto e um longe. Adivinhem ao qual é que aqui a Nicas foi comprar as coisas para abastecer a despensa? Ao mais longe, claro! E tive de andar imenso, carregada que nem um camelo. Quando cheguei à minha rua é que reparei que, na direcção oposta, havia outro supermercado, exactamente igual, a menos de 10 metros.
Vamos ver como passo esta primeira noite cá em casa, agora que ainda não tenho trabalhos para fazer nem coisas para estudar, nem sequer computador para me entreter. Vou ver TV e ler o meu livrito, que remédio!
Ai, estas novas cores da minha vida dão-me cabo dos olhos…””
Isto foi aquilo que deveria ter postado aqui no blog no dia em que fiquei pela primeira vez naquela que foi a minha casa durante o último ano lectivo. Até certo ponto, ainda bem que não postei, ou agora iam chamar-me maluca (pelo menos os que já sabem das peripécias pelas quais fui passando ao longo do tempo).
Bem, as coisas mudaram radicalmente lá por casa. Os móveis continuaram no seu lugar (tal como mandavam os “Estatutos”) e o quarto continuou a ser fixe, apesar de ter perdido a minha mesa na varanda e ter ganho um candeeiro novo, porque o velho estava com ataques de preguiça.
O problema foi as pessoas com quem acabei por ir viver. A minha senhoria, que no início parecia super educada e desejosa de organização e limpeza, acabou por se mostrar uma cabra, porca e desorganizada (já explico porquê); a minha colega, apesar de ser simpática, sempre me pareceu muito estranha, porque entrava e saía do quarto dela sem nunca abrir a porta toda, como se guardasse um grande segredo lá dentro; e o filho da minha senhoria, o Paulo (que deve ter à volta de 40 anos), acabou por ficar mesmo a viver lá em casa, mostrando-se também uma pessoa pouco desejável.
De todas as coisas que me foram acontecendo, posso destacar:
- Comerem-me o pão e beberem-me os sumos durante o fim-de-semana, de modo que quando chegava ao domingo à noite não tinha as minhas coisas à acabei por ter de chamar a atenção ao Paulo e à senhoria
- Deixarem o Gui, o filho do Paulo, entrar no meu quarto e tirar-me canetas de cima da secretária
- Entrarem-me na casa de banho enquanto estou na banheira (por sorte, com a cortina fechada, porque uma vez foi o Paulo que entrou…)
- Deixarem a loiça por lavar durante quase uma semana inteira. Isto obrigava-me a lavar qualquer prato ou talher que quisesse utilizar para comer, fossem 8 da noite ou 7 da manhã

- Deixarem acabar o detergente da loiça (quando me disseram para não comprar, que isso era com a senhoria) e eu ter de lavar a loiça com gel de banho
- Deixarem acabar o papel higiénico durante 3 dias (eu tinha o meu rolo, por acaso. Não sei como é que eles limpavam o rabo e, acreditem, não quero saber)
- Às vezes esquecerem-se de puxar o autoclismo….
- Ter de ouvir a senhoria e o filho a discutir quase diariamente, aos gritos e muitas vezes à frente do Gui, muitas vezes sobre a melhor forma de o educar (que eu acho que nenhum deles sabia muito bem como fazer, mas isto é só a minha opinião)
- A minha senhoria a pedir à minha mãe para depositar o dinheiro da renda mais cedo nesse mês, porque tinha contas para pagar, e insistir nisso todos os dias, quando a minha mãe já tinha transferido o dinheiro para a conta dela há 3 dias (se ela precisava assim tanto do dinheiro, não via que ele já por lá andava na conta?)
- Ter havido um curto-circuito no meu quarto, que queimou o carregador do meu portátil e do qual (obviamente) não tive culpa, e a senhoria vir pedir-me dinheiro pelos computadores do Paulo que se estragaram, teoricamente devido a isso
- Ver o Paulo a atirar com o scanner ao chão e a dar-lhe um pontapé, porque ele não funcionava
- Ter visto o Paulo partir uma árvore do largo em frente ao prédio porque tinha o carro estacionado em cima do passeio e não conseguia sair de lá. Uma senhora, muito indignada, ainda tentou impedi-lo, mas ia levando porrada por causa disso. É claro que se chamou a polícia e a parva da mãe ainda o tentou desculpar, dizendo que ele estava com muita pressa
Enfim, como vêem, a minha vida neste último ano não foi muito fácil, mas sobrevivi. O pior é que ainda tenho de lá passar pelo menos 2 noites… Desejo a maior sorte à desgraçada que vá parar àquela casa. Acreditem que eu evitaria isso, se pudesse.
Foram assim as cores da minha vida. Um bocadinho negras, não?
(11/6/09)
Para começar, estou a viver com a senhoria e com outra rapariga. Quer dizer, neste momento acho que somos 4 cá em casa: eu, a senhoria, o filho dela (que discutiu com a mulher) e uma norueguesa que deve andar à procura de casa. A rapariga que vai mesmo viver comigo ainda não a vi nem conheci…
Sinto-me uma estranha nesta casa que se abriu para mim. O meu novo quarto é muito fixe: uma cama, uma mesa-de-cabeceira, um roupeiro, uma secretária e 2 outros móveis (que não posso mudar de sítio, segundo os “Estatutos” colados na porta do quarto, como nos hotéis). Tenho ainda uma varanda com uma mesa e 2 cadeiras e 2 armários na parede (um deles cheio de caixas das minhas mudanças). A casa também é porreira, se esquecermos que parece um bocado desabitada, sem toalhas na casa de banho e com o frigorífico um bocado vazio.
Quase tenho medo de fazer barulho, não vá incomodar as outras pessoas (e, mais uma vez, desobedecer aos “Estatutos”, que definem ainda o dia de pagar a renda, o dia de lavagem da roupa e outras regras básicas de convivência). Tudo o que faço é pensado minuciosamente, cada movimento estudado com cuidado. Tento evitar as pessoas, com medo que elas julguem as minhas acções. Ainda é tudo muito estranho para mim…
Para completar o quadro, estou num bairro novo, pelo qual andei a passear à tarde. O melhor de tudo é que existem 2 supermercados iguais, um perto e um longe. Adivinhem ao qual é que aqui a Nicas foi comprar as coisas para abastecer a despensa? Ao mais longe, claro! E tive de andar imenso, carregada que nem um camelo. Quando cheguei à minha rua é que reparei que, na direcção oposta, havia outro supermercado, exactamente igual, a menos de 10 metros.
Vamos ver como passo esta primeira noite cá em casa, agora que ainda não tenho trabalhos para fazer nem coisas para estudar, nem sequer computador para me entreter. Vou ver TV e ler o meu livrito, que remédio!
Ai, estas novas cores da minha vida dão-me cabo dos olhos…””
Isto foi aquilo que deveria ter postado aqui no blog no dia em que fiquei pela primeira vez naquela que foi a minha casa durante o último ano lectivo. Até certo ponto, ainda bem que não postei, ou agora iam chamar-me maluca (pelo menos os que já sabem das peripécias pelas quais fui passando ao longo do tempo).
Bem, as coisas mudaram radicalmente lá por casa. Os móveis continuaram no seu lugar (tal como mandavam os “Estatutos”) e o quarto continuou a ser fixe, apesar de ter perdido a minha mesa na varanda e ter ganho um candeeiro novo, porque o velho estava com ataques de preguiça.
O problema foi as pessoas com quem acabei por ir viver. A minha senhoria, que no início parecia super educada e desejosa de organização e limpeza, acabou por se mostrar uma cabra, porca e desorganizada (já explico porquê); a minha colega, apesar de ser simpática, sempre me pareceu muito estranha, porque entrava e saía do quarto dela sem nunca abrir a porta toda, como se guardasse um grande segredo lá dentro; e o filho da minha senhoria, o Paulo (que deve ter à volta de 40 anos), acabou por ficar mesmo a viver lá em casa, mostrando-se também uma pessoa pouco desejável.
De todas as coisas que me foram acontecendo, posso destacar:
- Comerem-me o pão e beberem-me os sumos durante o fim-de-semana, de modo que quando chegava ao domingo à noite não tinha as minhas coisas à acabei por ter de chamar a atenção ao Paulo e à senhoria
- Deixarem o Gui, o filho do Paulo, entrar no meu quarto e tirar-me canetas de cima da secretária
- Entrarem-me na casa de banho enquanto estou na banheira (por sorte, com a cortina fechada, porque uma vez foi o Paulo que entrou…)
- Deixarem a loiça por lavar durante quase uma semana inteira. Isto obrigava-me a lavar qualquer prato ou talher que quisesse utilizar para comer, fossem 8 da noite ou 7 da manhã

- Deixarem acabar o detergente da loiça (quando me disseram para não comprar, que isso era com a senhoria) e eu ter de lavar a loiça com gel de banho
- Deixarem acabar o papel higiénico durante 3 dias (eu tinha o meu rolo, por acaso. Não sei como é que eles limpavam o rabo e, acreditem, não quero saber)
- Às vezes esquecerem-se de puxar o autoclismo….
- Ter de ouvir a senhoria e o filho a discutir quase diariamente, aos gritos e muitas vezes à frente do Gui, muitas vezes sobre a melhor forma de o educar (que eu acho que nenhum deles sabia muito bem como fazer, mas isto é só a minha opinião)
- A minha senhoria a pedir à minha mãe para depositar o dinheiro da renda mais cedo nesse mês, porque tinha contas para pagar, e insistir nisso todos os dias, quando a minha mãe já tinha transferido o dinheiro para a conta dela há 3 dias (se ela precisava assim tanto do dinheiro, não via que ele já por lá andava na conta?)
- Ter havido um curto-circuito no meu quarto, que queimou o carregador do meu portátil e do qual (obviamente) não tive culpa, e a senhoria vir pedir-me dinheiro pelos computadores do Paulo que se estragaram, teoricamente devido a isso
- Ver o Paulo a atirar com o scanner ao chão e a dar-lhe um pontapé, porque ele não funcionava
- Ter visto o Paulo partir uma árvore do largo em frente ao prédio porque tinha o carro estacionado em cima do passeio e não conseguia sair de lá. Uma senhora, muito indignada, ainda tentou impedi-lo, mas ia levando porrada por causa disso. É claro que se chamou a polícia e a parva da mãe ainda o tentou desculpar, dizendo que ele estava com muita pressa
Enfim, como vêem, a minha vida neste último ano não foi muito fácil, mas sobrevivi. O pior é que ainda tenho de lá passar pelo menos 2 noites… Desejo a maior sorte à desgraçada que vá parar àquela casa. Acreditem que eu evitaria isso, se pudesse.
Foram assim as cores da minha vida. Um bocadinho negras, não?
(11/6/09)
O meu novo pin

Para provar que sou amiga do ambiente e que me preocupo com a reciclagem, decidi tornar o meu blog mais "verde". Este é um conceito que surgiu há uns tempos e ao qual achei piada, pois ele pretende que os visitantes dos blogs, tal como os seus donos, tomem consciência do impacto das suas acções no planeta.
Bênção das Fitas
Depois do pedido continuado de muitas famílias, decidi participar na Benção das Fitas (eu, que não ligo nada ao espírito académico...). Lá me convenceram de que aquilo vai ser giro, terminar o meu curso e fazer uma festa com todas as pessoas que partilham comigo esse momento. Para mim vai mesmo ser esse o significado: acabar a minha licenciatura e passar um último dia descansada e com os meus amigos antes de enfiar a cara nos livros, a começar a estudar para os exames.
Enfim, ontem fui comprar as fitinhas todas para mim e para os meus colegas. Basta dizer que quase esgotámos a loja ao comprar 603 fitinhas... Também decidimos dar cabo da tradição e não vamos respeitar o "código de cores" que é costume usar. Vamos ser uns degenerados, mas pelo menos vamos ser felizes todos juntos. Assim, em vez de termos fitas verdes (cor da Universidade) para os colegas da faculdade e professores, vermelhas (cor do curso) para a família e amigos de fora e branca para o Bispo, a maioria de nós vai ter apenas fitinhas vermelhas e brancas, uma verde e uma preta pa dar sorte. Cá para mim vamos ser excomungados na cerimónia.
Agora aproveito e aviso já a todos os meus amigos mais próximos: vão preparando um discurso bonito, porque não tarda vai chegar-vos a casa um fita minha para vocês assinarem. E quero uma coisa original e sentida (e o rabinho lavado com água de rosas, não?)!
E acreditem: estas fitas vão ser das cores da minha vida.
(31/3/09)
Enfim, ontem fui comprar as fitinhas todas para mim e para os meus colegas. Basta dizer que quase esgotámos a loja ao comprar 603 fitinhas... Também decidimos dar cabo da tradição e não vamos respeitar o "código de cores" que é costume usar. Vamos ser uns degenerados, mas pelo menos vamos ser felizes todos juntos. Assim, em vez de termos fitas verdes (cor da Universidade) para os colegas da faculdade e professores, vermelhas (cor do curso) para a família e amigos de fora e branca para o Bispo, a maioria de nós vai ter apenas fitinhas vermelhas e brancas, uma verde e uma preta pa dar sorte. Cá para mim vamos ser excomungados na cerimónia.
Agora aproveito e aviso já a todos os meus amigos mais próximos: vão preparando um discurso bonito, porque não tarda vai chegar-vos a casa um fita minha para vocês assinarem. E quero uma coisa original e sentida (e o rabinho lavado com água de rosas, não?)!
E acreditem: estas fitas vão ser das cores da minha vida.
(31/3/09)
Quero mais....
Este post vem um bocadinho atrasado, mas serve para agradecer aos responsáveis por um dos melhores semestres de faculdade da minha vida. Estes cerca de 5 meses foram uma das melhores coisas de sempre! Não é que os anteriores não tenham sido bons também, mas este superou tudo.
Desde os jogos de cartas à barriga da Carlinha a marcar o ritmo das aulas. Desde os colegas de trabalho menos trabalhadores ao “corte e costura” sobre tudo e todos. Desde as horas passadas na faculdade no meio de trabalhos ou a estudar, à saída mais louca de todos os tempos, passando, claro está, pelo melhor filme alguma vez realizado. E não me posso esquecer do nosso ursinho amigo, criado para nos ajudar no trabalho de grupo, mas que acabou por morrer na mala de alguém… (não se preocupem, não passava de uma caixa de pastilhas)
Entre brincadeiras, trabalhos, aulas, estudo, copos e tudo o mais descobri grandes amigos, pessoas com quem sei que posso contar. Foram muitas horinhas passadas com aquelas gajas malucas e o pobre do Marco a aturar as nossas maluqueiras.
Só tenho uma palavra para descrever este semestre: Fantástico!
Obrigado a todos os que coloriram este tempo da minha vida.
(27/1/09)
Desde os jogos de cartas à barriga da Carlinha a marcar o ritmo das aulas. Desde os colegas de trabalho menos trabalhadores ao “corte e costura” sobre tudo e todos. Desde as horas passadas na faculdade no meio de trabalhos ou a estudar, à saída mais louca de todos os tempos, passando, claro está, pelo melhor filme alguma vez realizado. E não me posso esquecer do nosso ursinho amigo, criado para nos ajudar no trabalho de grupo, mas que acabou por morrer na mala de alguém… (não se preocupem, não passava de uma caixa de pastilhas)
Entre brincadeiras, trabalhos, aulas, estudo, copos e tudo o mais descobri grandes amigos, pessoas com quem sei que posso contar. Foram muitas horinhas passadas com aquelas gajas malucas e o pobre do Marco a aturar as nossas maluqueiras.
Só tenho uma palavra para descrever este semestre: Fantástico!
Obrigado a todos os que coloriram este tempo da minha vida.
(27/1/09)
Tantas decisões...

Tantas decisões na minha vida e só eu as posso tomar… Todos me tentam ajudar, todos tentam mostrar-me o que poderia ser melhor para mim, mas não sei… são tantas coisas em que pensar e não me sinto preparada para isso. Tenho vontade de seguir os meus sonhos, de experimentar coisas novas. Estou a tentar perceber o que realmente quero para mim, estou a tentar conhecer-me, saber quem sou.
No entanto, nem sempre sinto todo o apoio que gostaria de sentir. Por um lado há quem ache que isto foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido e nem sequer pondere a hipótese de eu não querer isto para a minha vida. Por outro, há quem pareça estar mais preocupado com as consequências que isto poderá ter para si, do que com o que pode trazer de bom para mim.
De um lado sinto uma enorme pressão para dizer “Sim” e até tenho já todo o material que possa necessitar (ou não). As novidades espalham-se para os familiares e amigos sem qualquer controlo, como se este não fosse um assunto que apenas a mim diz respeito. Todos têm uma opinião a dar e é como se a decisão já estivesse tomada, por eles.
Pelo contrário, do outro lado a vontade parece ser mais para que a resposta seja negativa, uma vez que a decisão pode trazer alguma distância, com a qual será difícil lidar. Apesar de sentir que posso fazer o que considero melhor para mim, sinto também que há como que um limite que não devo ultrapassar, sob pena de ter algumas crises para resolver.
E eu só penso: “É a minha vida! Sou eu que decido o que quero fazer com ela!” Mas será que sei o que quero fazer? Não, definitivamente não! É claro que o ideal seria não ter de ser eu a tomar a decisão, mas isso é completamente irrealista e daria origem a mais algumas queixas por falta de liberdade.
A verdade é que estou confusa, baralhada, cansada. Cada momento me parece menos adequado para pensar nestes assuntos. Cada vez que tento tirar um tempo para mim aparece qualquer coisa que precisa de ser feita, aparece alguém que precisa de companhia.
Estou de férias, mas parece que não consigo um minuto para mim mesma. São tantas coisas, todas ao mesmo tempo, que não sei como lidar com tudo. Nem o meu gato parece querer estar perto de mim…
Enfim, as cores da nossa vida nem sempre brilham, não é?
(26/1/09)
No entanto, nem sempre sinto todo o apoio que gostaria de sentir. Por um lado há quem ache que isto foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido e nem sequer pondere a hipótese de eu não querer isto para a minha vida. Por outro, há quem pareça estar mais preocupado com as consequências que isto poderá ter para si, do que com o que pode trazer de bom para mim.
De um lado sinto uma enorme pressão para dizer “Sim” e até tenho já todo o material que possa necessitar (ou não). As novidades espalham-se para os familiares e amigos sem qualquer controlo, como se este não fosse um assunto que apenas a mim diz respeito. Todos têm uma opinião a dar e é como se a decisão já estivesse tomada, por eles.
Pelo contrário, do outro lado a vontade parece ser mais para que a resposta seja negativa, uma vez que a decisão pode trazer alguma distância, com a qual será difícil lidar. Apesar de sentir que posso fazer o que considero melhor para mim, sinto também que há como que um limite que não devo ultrapassar, sob pena de ter algumas crises para resolver.
E eu só penso: “É a minha vida! Sou eu que decido o que quero fazer com ela!” Mas será que sei o que quero fazer? Não, definitivamente não! É claro que o ideal seria não ter de ser eu a tomar a decisão, mas isso é completamente irrealista e daria origem a mais algumas queixas por falta de liberdade.
A verdade é que estou confusa, baralhada, cansada. Cada momento me parece menos adequado para pensar nestes assuntos. Cada vez que tento tirar um tempo para mim aparece qualquer coisa que precisa de ser feita, aparece alguém que precisa de companhia.
Estou de férias, mas parece que não consigo um minuto para mim mesma. São tantas coisas, todas ao mesmo tempo, que não sei como lidar com tudo. Nem o meu gato parece querer estar perto de mim…
Enfim, as cores da nossa vida nem sempre brilham, não é?
(26/1/09)
Tobias II

O Tobias era o meu gatinho perfeito, aquele com quem eu ia passar horas a brincar, a fazer festinhas... Finalmente ia ter um animal de estimação mais interactivo do que uma tartaruga...
Fez na sexta-feira uma semana que fui buscar esta coisinha amorosa que se pode ver na foto. E desta vez tive mais cuidado do que na última (prova disso é que já passou mais de uma semana e o meu gatinho ainda anda cá por casa).
Também o trouxe numa cestinha, mas este Tobias é um verdadeiro amor e percebeu logo que ia ser muito bem tratado cá em casa (se excluirmos a minha afilhada que é uma verdadeira torturadora de animais). Por isso, ficou muito quietinho enquanto lhe atávamos um baraço ao pescoço e lhe tirávamos algumas pulguinhas. Hoje já é um verdadeiro doido, mas continua a dar valor às festinhas e sestas no colo que nós lhe proporcionamos.
Quando chega a noite, ou seja, quando há mais do que uma pessoa cá em casa, ele fica completamente desvairado. Os seus divertimentos preferidos são saltar e rebolar dentro de uma caixa ou de um saco de papel, correr atrás da ponta do baraço, atacar molas da roupa, nozes, bolas de ténis, sacos de plástico, a mala da minha mãe, a tartaruga.... enfim, tudo o que decida mexer enquanto ele está a olhar. A sua grande inovação é tentar subir os pilares do jardim.
Este fim-de-semana fomos à praia e levamos o nosso bichano. Não o levámos exactamente para a praia, apenas lá para casa, onde já estava outro gatinho. Foi um festival ver aqueles dois a rebolar no chão e a fazer ataques tipo "wrestling".
Ontem decidimos ir comer um gelado e levámos o Tobias ao colo (o gato não é grande coisa a andar de trela...). No entanto ele ficou super assustado com os carros e as pessoas, pelo que a minha mãe decidiu pô-lo dentro da mala dela (imaginem a Paris Hilton com o seu Chiuaua dentro da mala..... pois, não tem nada a ver). Eu e o André íamos morrendo a rir, porque toda a gente olhava para ela com ar de espanto e o gato só miava e tentava soltar-se daquela prisão.
O pior foi mesmo na viagem de regresso. O Tobias acordou a meio e desatou a miar e eu comentei que ele devia precisar de fazer algumas necessidades. Ninguém me deu ouvidos e o gato não parava de miar e de andar de um lado para o outro. Resultado: acabou por fazer xixi onde não devia (em cima de uma pessoa que não vou mencionar, mas à qual agradeço a compreensão e carinho para com o meu bichinho) e fomos obrigados a parar no meio de uma rotunda para lavar calças e bancos.
Bom, estes foram alguns dos episódios que deram cor à minha vida nos últimos tempos, tudo graças a este gatito que adora dormir ao meu colo. Prometo que vou partilhando alguns deles com vocês.
(1/9/08)
O Tobias
O Tobias era o meu gatinho perfeito, aquele com quem eu ia passar horas a brincar, a fazer festinhas... Finalmente ia ter um animal de estimação mais interactivo do que uma tartaruga (desculpa Leo, mas não és propriamente um bichinho divertido).
O Tobias chegou hoje. Fui buscá-lo numa cestinha. Miou um bocado no início da viagem de carro, mas depois ficou muito sossegadinho. A senhora que nos levou o gato disse que ele era muito bonito e que, como não sabia o nome que lhe queríamos dar, lhe tinha andado a chamar "bichinho, bichinho". Falámos com ele durante a viagem para ele se habituar à nossa voz. Eu estava ansiosa por chegar a casa para finalmente conhecer o meu novo amiguinho.
Assim que chegámos levei a cestinha para a varanda e apressei-me a abri-la. Lá dentro estava um gatinho de olhos amarelo-esverdeados, branco com grandes manchas cinzento-escuro. Fiz-lhe uma festa e......... ele fugiu! Tentou saltar da varanda, mas a minha mãe veio logo em meu auxílio e conseguimos pô-lo no chão. Mas ele continuava a debater-se e eu só consegui agarrar-lhe no rabo enquanto ele bufava como um touro enraivecido. Acabou por me arranhar e eu tive de o soltar. Correu pela varanda e saltou de uma altura equivalente a um 1º andar. Foi esconder-se no telheiro, no meio da lenha.
Levámos-lhe comida; leite, presunto, comida de gato. Passámos que tempos a chamá-lo. Ele acabou por desaparecer e agora ninguém faz ideia de onde ele possa estar.
E foi assim a minha linda história com o meu primeiro gato! É triste, mas são estas as cores das nossas vidas... Bem que o Tobias podia voltar....
(14/8/08)
O Tobias chegou hoje. Fui buscá-lo numa cestinha. Miou um bocado no início da viagem de carro, mas depois ficou muito sossegadinho. A senhora que nos levou o gato disse que ele era muito bonito e que, como não sabia o nome que lhe queríamos dar, lhe tinha andado a chamar "bichinho, bichinho". Falámos com ele durante a viagem para ele se habituar à nossa voz. Eu estava ansiosa por chegar a casa para finalmente conhecer o meu novo amiguinho.
Assim que chegámos levei a cestinha para a varanda e apressei-me a abri-la. Lá dentro estava um gatinho de olhos amarelo-esverdeados, branco com grandes manchas cinzento-escuro. Fiz-lhe uma festa e......... ele fugiu! Tentou saltar da varanda, mas a minha mãe veio logo em meu auxílio e conseguimos pô-lo no chão. Mas ele continuava a debater-se e eu só consegui agarrar-lhe no rabo enquanto ele bufava como um touro enraivecido. Acabou por me arranhar e eu tive de o soltar. Correu pela varanda e saltou de uma altura equivalente a um 1º andar. Foi esconder-se no telheiro, no meio da lenha.
Levámos-lhe comida; leite, presunto, comida de gato. Passámos que tempos a chamá-lo. Ele acabou por desaparecer e agora ninguém faz ideia de onde ele possa estar.
E foi assim a minha linda história com o meu primeiro gato! É triste, mas são estas as cores das nossas vidas... Bem que o Tobias podia voltar....
(14/8/08)
De volta
Estou volta à faculdade!
Depois de um mês e tal de férias, voltei ao "pesadelo" das aulas, trabalhos, cadernos, livros e acordar cedo. A única coisa boa no meio de tudo isto é que voltei a estar com os meus colegas e amigos; voltaram os jogos de cartas no Bar da Irene (aproveitando que ainda não temos as aulas todas), alguns deles completamente estúpidos e infantis; voltaram as piadas doidas, as conversas durante as aulas (que não têm nada a ver com o que está a ser dado) e o "cortar/dizer mal" de todas as pessoas que estão no nosso ângulo de visão, quer as conheçamos ou não.
É mais um semestre que vou ter de passar. Este promete dar algum trabalho, dentro e fora das aulas. Vai ser mais um stress por causa de trabalhos que se sobrepõem ou que são deixados para a última da hora. Vão ser nervos imensos quando chegar a altura dos testes e depois dos exames. Enfim, nada a que eu não me tenha já habituado, mas ao mesmo tempo não me consigo habituar.... Deve acontecer com todos!
Por isso mesmo, desejo a todos os que estão na mesma situação que eu que tenham muita paciência e muita força para aturar os profs. E pensem positivo, já falta pouco para o Verão!
Pois, parece que, por enquanto, vão ser estas as cores da minha vida....
(21/2/08)
Depois de um mês e tal de férias, voltei ao "pesadelo" das aulas, trabalhos, cadernos, livros e acordar cedo. A única coisa boa no meio de tudo isto é que voltei a estar com os meus colegas e amigos; voltaram os jogos de cartas no Bar da Irene (aproveitando que ainda não temos as aulas todas), alguns deles completamente estúpidos e infantis; voltaram as piadas doidas, as conversas durante as aulas (que não têm nada a ver com o que está a ser dado) e o "cortar/dizer mal" de todas as pessoas que estão no nosso ângulo de visão, quer as conheçamos ou não.
É mais um semestre que vou ter de passar. Este promete dar algum trabalho, dentro e fora das aulas. Vai ser mais um stress por causa de trabalhos que se sobrepõem ou que são deixados para a última da hora. Vão ser nervos imensos quando chegar a altura dos testes e depois dos exames. Enfim, nada a que eu não me tenha já habituado, mas ao mesmo tempo não me consigo habituar.... Deve acontecer com todos!
Por isso mesmo, desejo a todos os que estão na mesma situação que eu que tenham muita paciência e muita força para aturar os profs. E pensem positivo, já falta pouco para o Verão!
Pois, parece que, por enquanto, vão ser estas as cores da minha vida....
(21/2/08)
Desabafos 2
Há vezes em que só te sei magoar e pareço não conseguir dar valor ao que sentes por mim. Há alturas em que sou egoísta e tudo tem de ser feito à minha maneira. Muitas vezes não sei ceder e tenho de ter sempre razão. Sou autoritária e exigente e não admito que sejam assim comigo. Cometo erros repetidos, com os quais já devia ter aprendido a lição.
Estou frequentemente indecisa, confusa, chateada, mal disposta e obrigo-te a estar sempre de bom humor, a aceitares de sorriso nos lábios todos os meus humores.
Digo coisas sem pensar, coisas que muitas vezes ferem como facas afiadas. Digo o que penso sem ter em consideração o que pode acontecer a seguir.
Sou imperfeita, sou pessoa, e não gosto de mim assim. Sei que não sou a melhor namorada do mundo, mas tento dar o meu melhor, apesar de, por vezes, não me esforçar muito para tal. Amo-te demais para te ver a seres magoado ao meu lado e não suporto o facto de não te fazer sempre sorrir.
Só espero não ser demasiado imperfeita, só espero não estar a perder um bocadinho cada vez maior de ti a cada dia, a cada exigência, a cada egoísmo, a cada erro.
Há cores que preferia não ter na minha vida.
(19/12/07)
Estou frequentemente indecisa, confusa, chateada, mal disposta e obrigo-te a estar sempre de bom humor, a aceitares de sorriso nos lábios todos os meus humores.
Digo coisas sem pensar, coisas que muitas vezes ferem como facas afiadas. Digo o que penso sem ter em consideração o que pode acontecer a seguir.
Sou imperfeita, sou pessoa, e não gosto de mim assim. Sei que não sou a melhor namorada do mundo, mas tento dar o meu melhor, apesar de, por vezes, não me esforçar muito para tal. Amo-te demais para te ver a seres magoado ao meu lado e não suporto o facto de não te fazer sempre sorrir.
Só espero não ser demasiado imperfeita, só espero não estar a perder um bocadinho cada vez maior de ti a cada dia, a cada exigência, a cada egoísmo, a cada erro.
Há cores que preferia não ter na minha vida.
(19/12/07)
Pensamentos
Confesso que às vezes me apetece desistir; desistir de lutar por tudo e por todos, porque essa me parece ser a maneira mais fácil de lidar com a vida.
Nesses momentos apetece-me acabar com tudo o que alguma vez comecei; isolar-me do mundo e deixar-me, eu própria, acabar também.
Outras vezes prometo(-te) o mundo, um futuro resplandecente e uma vida maravilhosa. Faço planos, crio espectativas, envolvo-me na multidão e encho o mundo de sorrisos.
Sou assim: eu mesma, euzinha, eu só! Não tenho propriamente orgulho de tudo o que sou, mas aceito grande parte de mim... Afinal, será com esta pessoa que vou ter de viver o resto da minha vida!
Felizmente há quem não partilhe completamente a minha opinião e me dê força para gostar mais de mim, principalmente quando até a minha imagem no espelho me fere.
Este post não é um pedido de ajuda nem uma declaração de amor e não é dedicado a ninguém em especial. Pelo contrário, é dedicado a todos os que sabem que, para mim, são especiais! Porque a minha vida não seria tão colorida sem todos vocês!
(15/10/07)
Nesses momentos apetece-me acabar com tudo o que alguma vez comecei; isolar-me do mundo e deixar-me, eu própria, acabar também.
Outras vezes prometo(-te) o mundo, um futuro resplandecente e uma vida maravilhosa. Faço planos, crio espectativas, envolvo-me na multidão e encho o mundo de sorrisos.
Sou assim: eu mesma, euzinha, eu só! Não tenho propriamente orgulho de tudo o que sou, mas aceito grande parte de mim... Afinal, será com esta pessoa que vou ter de viver o resto da minha vida!
Felizmente há quem não partilhe completamente a minha opinião e me dê força para gostar mais de mim, principalmente quando até a minha imagem no espelho me fere.
Este post não é um pedido de ajuda nem uma declaração de amor e não é dedicado a ninguém em especial. Pelo contrário, é dedicado a todos os que sabem que, para mim, são especiais! Porque a minha vida não seria tão colorida sem todos vocês!
(15/10/07)
Despedidas
Odeio despedidas! Aquele sentimento horrível de ver partir ou de deixar para trás algo que gostamos...
Gostaria de poder acabar com isto, de poder ficar sempre perto do que quero e do que gosto.
Espero ansiosamente pelo dia em que não tenha de deixar a minha casa e os meus pais para me ir enfiar sozinha num outro lugar. Quem me dera poder estar sempre acompanhada por quem gosta de mim!
A solidão assusta-me de uma forma que não sei compreender nem explicar. Obriga-me a ficar só comigo mesma, com os meus pensamentos e sentimentos, com os meus medos e as minhas dúvidas...
Mal posso esperar pelo dia em que não tenha de me despedir de ti, em que possa dizer apenas "Até logo". Nesse dia vamos voltar para o mesmo sítio e ficar juntos, tu e eu.
Não suporto o sentimento de te ver partir, de me separar de ti, de ter de dizer "Adeus", sabendo que ainda vai demorar até que estejamos juntos de novo.
É tão difícil tudo isto para mim! Contudo, é isto que é o começo de um novo ano escolar na minha vida.
Nunca ninguém disse que as cores da vida eram sempre brilhantes...
(16/9/07)
Gostaria de poder acabar com isto, de poder ficar sempre perto do que quero e do que gosto.
Espero ansiosamente pelo dia em que não tenha de deixar a minha casa e os meus pais para me ir enfiar sozinha num outro lugar. Quem me dera poder estar sempre acompanhada por quem gosta de mim!
A solidão assusta-me de uma forma que não sei compreender nem explicar. Obriga-me a ficar só comigo mesma, com os meus pensamentos e sentimentos, com os meus medos e as minhas dúvidas...
Mal posso esperar pelo dia em que não tenha de me despedir de ti, em que possa dizer apenas "Até logo". Nesse dia vamos voltar para o mesmo sítio e ficar juntos, tu e eu.
Não suporto o sentimento de te ver partir, de me separar de ti, de ter de dizer "Adeus", sabendo que ainda vai demorar até que estejamos juntos de novo.
É tão difícil tudo isto para mim! Contudo, é isto que é o começo de um novo ano escolar na minha vida.
Nunca ninguém disse que as cores da vida eram sempre brilhantes...
(16/9/07)
Desabafos
Lembro-me que, desde que comecei a namorar, sempre tive medo de assumir compromissos demasiado sérios. Achava sempre que era demasiado nova, que não queria perder a minha liberdade e que não ia conseguir estar muito tempo ao lado daquela pessoa.
O tempo foi passando e, dos meus 4 namoros (2 deles com a mesma pessoa), só num deles foi o rapaz a acabar comigo. Isto prova que era sempre eu que me fartava primeiro...
Assim que a coisa começava a avançar demasiado eu recuava. Cheguei ao ponto de fugir e mentir para não estar com a pessoa, para não ter de o ouvir dizer o quanto gostava de mim, para não ter de mentir sobre os meus sentimentos. Além disso, sempre achei que os meus namorados gostavam mais de mim do que eu deles....
Houve um que me assustou verdadeiramente. Ele era mais velho que eu e começou a fazer muitos planos para um futuro a dois. É claro que eu, com o meu medo do compromisso, não aguentei muito tempo e acabei por terminar a relação. Simplesmente não era capaz de me imaginar com ele (nem com ninguém, naquela altura) daí a uns anos, com filhos e essas coisas. Nem sequer conseguia imaginar a semana seguinte, fosse ela passado com ou sem ele. Era adolescente e queria viver a minha vida dia-a-dia e estar com os meus amigos sem me preocupar com mais nada.
Enfim, e esta história toda serve para dizer o quê?
Hoje, tal como sabem, eu namoro há bastante tempo com um rapaz e agora, finalmente, acho que perdi o meu medo. Pode ser por ser mais velha, por já ter vivido mais, pode ser por muitas coisas. O que é certo é que com ele eu não tenho medo de planear uma vida a dois.
Ainda que possa ser tudo um pouco em tom de brincadeira (apesar de já ter muito de sério), já falámos de nomes para filhos, data e tipo de casamento, decoração da casa, animais de estimação, viagens e eu sei lá que mais. E o mais fantástico de tudo isto é que eu não fico assustada! E, pela primeira vez, não sinto que não o amo o suficiente, quando comparado com o que ele me ama.
Calma meus amigos, não se assustem! Isto não quer dizer que eu vá casar já! Nem sequer me sinto preparada para isso. Continuo a ser uma adolescente com imensa vontade de experimentar tudo o que a vida tem para me oferecer e não vou abdicar disso por ninguém. Contudo, agora sinto que posso fazer isso acompanhada.
Devem ser estas as cores do (verdadeiro) amor.
P.S. - Amo-te muito "_OxY_"
(11/9/07)
O tempo foi passando e, dos meus 4 namoros (2 deles com a mesma pessoa), só num deles foi o rapaz a acabar comigo. Isto prova que era sempre eu que me fartava primeiro...
Assim que a coisa começava a avançar demasiado eu recuava. Cheguei ao ponto de fugir e mentir para não estar com a pessoa, para não ter de o ouvir dizer o quanto gostava de mim, para não ter de mentir sobre os meus sentimentos. Além disso, sempre achei que os meus namorados gostavam mais de mim do que eu deles....
Houve um que me assustou verdadeiramente. Ele era mais velho que eu e começou a fazer muitos planos para um futuro a dois. É claro que eu, com o meu medo do compromisso, não aguentei muito tempo e acabei por terminar a relação. Simplesmente não era capaz de me imaginar com ele (nem com ninguém, naquela altura) daí a uns anos, com filhos e essas coisas. Nem sequer conseguia imaginar a semana seguinte, fosse ela passado com ou sem ele. Era adolescente e queria viver a minha vida dia-a-dia e estar com os meus amigos sem me preocupar com mais nada.
Enfim, e esta história toda serve para dizer o quê?
Hoje, tal como sabem, eu namoro há bastante tempo com um rapaz e agora, finalmente, acho que perdi o meu medo. Pode ser por ser mais velha, por já ter vivido mais, pode ser por muitas coisas. O que é certo é que com ele eu não tenho medo de planear uma vida a dois.
Ainda que possa ser tudo um pouco em tom de brincadeira (apesar de já ter muito de sério), já falámos de nomes para filhos, data e tipo de casamento, decoração da casa, animais de estimação, viagens e eu sei lá que mais. E o mais fantástico de tudo isto é que eu não fico assustada! E, pela primeira vez, não sinto que não o amo o suficiente, quando comparado com o que ele me ama.
Calma meus amigos, não se assustem! Isto não quer dizer que eu vá casar já! Nem sequer me sinto preparada para isso. Continuo a ser uma adolescente com imensa vontade de experimentar tudo o que a vida tem para me oferecer e não vou abdicar disso por ninguém. Contudo, agora sinto que posso fazer isso acompanhada.
Devem ser estas as cores do (verdadeiro) amor.
P.S. - Amo-te muito "_OxY_"
(11/9/07)
Férias
Cá estou eu, de regresso de umas fantásticas férias com os meus amigos em Montargil!
Dado que aquela zona é um pouco solitária e muito calma em termos de bares e discotecas, o nosso entretenimento passava pelo café mais próximo de casa e pelos joguitos de cartas e UNO (eu sei, parece triste e miseravelmente aborrecido, mas, acreditem, não é quando se está com as pessoas certas).
De facto, saíram destes 7 dias de descanso algumas "pérolas" que gostaria de partilhar. Não vou dizer nomes, todos os que lá estiveram sabem quem são, e esta é uma forma de os "homenagear". Cá vai....
C - Quéq vamos fazer?
J - Não xei. (tentem ler isto tal como está escrito, ou então não tem assim tanta piada)
I - D'xa ler o horoscópo.
J - Não podes ir tomar banho com ela.
I - Eu ia dizer "foda-se"! (depois de ter dito "fod...go")
A - Há lá um chinês, a modos que tipo oriental.... (brilhante!!)
J - Tu tiraste um curso de engenharia, não foi de dermatologia.
C - Toma, mama, incha. Vistes, vistes? (apontando para J mas dirigindo-se a K)
I - Ai, oh A pareces o Cláudio Ramos!
K - Como diz o Cláudio Ramos, até a panela mais velha faz um bom refogado.
J - Soube-me tão bem dar-lhe um beijinho... tava tão fresquinha!
C - Uma tartaruga com asas.
J - A minha tá hirta, óvistes? A minha tá hirta!
K - Um gajo que entra nos "Numberx".
C - Logo à noite não há buraco para ninguém! (dirigindo-se ao respectivo e querendo referir-se ao jogo de cartas chamado "Buraco")
Enfim, estes foram alguns dos bons momentos que partilho com todos, pois todos fazem parte da cor da minha vida.
(22/8/07)
Dado que aquela zona é um pouco solitária e muito calma em termos de bares e discotecas, o nosso entretenimento passava pelo café mais próximo de casa e pelos joguitos de cartas e UNO (eu sei, parece triste e miseravelmente aborrecido, mas, acreditem, não é quando se está com as pessoas certas).
De facto, saíram destes 7 dias de descanso algumas "pérolas" que gostaria de partilhar. Não vou dizer nomes, todos os que lá estiveram sabem quem são, e esta é uma forma de os "homenagear". Cá vai....
C - Quéq vamos fazer?
J - Não xei. (tentem ler isto tal como está escrito, ou então não tem assim tanta piada)
I - D'xa ler o horoscópo.
J - Não podes ir tomar banho com ela.
I - Eu ia dizer "foda-se"! (depois de ter dito "fod...go")
A - Há lá um chinês, a modos que tipo oriental.... (brilhante!!)
J - Tu tiraste um curso de engenharia, não foi de dermatologia.
C - Toma, mama, incha. Vistes, vistes? (apontando para J mas dirigindo-se a K)
I - Ai, oh A pareces o Cláudio Ramos!
K - Como diz o Cláudio Ramos, até a panela mais velha faz um bom refogado.
J - Soube-me tão bem dar-lhe um beijinho... tava tão fresquinha!
C - Uma tartaruga com asas.
J - A minha tá hirta, óvistes? A minha tá hirta!
K - Um gajo que entra nos "Numberx".
C - Logo à noite não há buraco para ninguém! (dirigindo-se ao respectivo e querendo referir-se ao jogo de cartas chamado "Buraco")
Enfim, estes foram alguns dos bons momentos que partilho com todos, pois todos fazem parte da cor da minha vida.
(22/8/07)
Leituras...
Esta semana, ao ler um livro, reparei que, muitas vezes, as pessoas não são aquilo que aparentam ser. Mostram-se falsas; fingem ser simpáticas, atenciosas, amáveis, carinhosas... para depois se revelarem o oposto: egoístas, violentas, más.
Fiquei a pensar... Como poderemos saber quem é, realmente, aquilo que nos mostra? Como avaliar se a pessoa que temos à nossa frente está ou não a mostrar-se tal como é?
Eu sei que não podemos ficar paranóicos em relação a isto e desatar a desconfiar de todas as pessoas que nos rodeiam. Isso é doentio e não contribui nada para a nossa felicidade. Porém, acho que todos devemos parar um pouco para analisar as relações que temos.
A história que li referia-se a um casal, onde o homem era o oposto do que parecia. Isso levou-me a pensar na minha própria relação. É verdade que era só uma história (ficção, portanto) e que entre as personagens tudo acontecia em apenas alguns meses (o meu namoro já dura há 2 anos, 2 meses e mais uns "trocos"), mas não consegui evitar pensar se a possibilidade de estar a ver nele uma pessoa que ele não é já estará posta de parte. Não quero com isto dizer que desconfio que ele me ande a mentir ou enganar, estou apenas a confessar que esta simples leitura me fez reflectir sobre a minha relação e também sobre o que tantas vezes ouvi a minha mãe dizer: "No início é tudo muito bonito! Dão-nos tudo, são todos muito queridos. Mas depois..."
Não quero acreditar que isto seja verdade, nem para o meu namorado nem para nenhum dos meus amigos. Contudo, dada a minha maneira de ser, sei que um dia terei de enfrentar uma pessoa assim, falsa e manipuladora, que, durante algum tempo, terá poder sobre mim, mas da qual me conseguirei libertar.
E claro, são estas as cores da vida.
(13/8/07)
Fiquei a pensar... Como poderemos saber quem é, realmente, aquilo que nos mostra? Como avaliar se a pessoa que temos à nossa frente está ou não a mostrar-se tal como é?
Eu sei que não podemos ficar paranóicos em relação a isto e desatar a desconfiar de todas as pessoas que nos rodeiam. Isso é doentio e não contribui nada para a nossa felicidade. Porém, acho que todos devemos parar um pouco para analisar as relações que temos.
A história que li referia-se a um casal, onde o homem era o oposto do que parecia. Isso levou-me a pensar na minha própria relação. É verdade que era só uma história (ficção, portanto) e que entre as personagens tudo acontecia em apenas alguns meses (o meu namoro já dura há 2 anos, 2 meses e mais uns "trocos"), mas não consegui evitar pensar se a possibilidade de estar a ver nele uma pessoa que ele não é já estará posta de parte. Não quero com isto dizer que desconfio que ele me ande a mentir ou enganar, estou apenas a confessar que esta simples leitura me fez reflectir sobre a minha relação e também sobre o que tantas vezes ouvi a minha mãe dizer: "No início é tudo muito bonito! Dão-nos tudo, são todos muito queridos. Mas depois..."
Não quero acreditar que isto seja verdade, nem para o meu namorado nem para nenhum dos meus amigos. Contudo, dada a minha maneira de ser, sei que um dia terei de enfrentar uma pessoa assim, falsa e manipuladora, que, durante algum tempo, terá poder sobre mim, mas da qual me conseguirei libertar.
E claro, são estas as cores da vida.
(13/8/07)
Imagens...

Há imagens que nos fazem pensar.... Esta, para mim, é uma delas.
Este quadro chama-se "O Nascimento de Vénus", é de Botticelli e é um dos meus preferidos de sempre.
Não sei bem porque gosto tanto desta imagem... Talvez seja pelas cores, o contraste claro/escuro; talvez seja por causa das "personagens" femininas terem cabelo comprido (algo com que sonho desde pequena); talvez seja por evocar dois mundos tão diferentes, mas tão interligados, como o mar e a floresta. O certo é que este é um quadro que me acalma e no qual me perco durante muito tempo, tentando de cada vez que o olho descobrir algo novo.
Gosto especialmente do facto do sopro ser transformado em flores...
Enfim, esta é uma imagem que me trasmite alguma felicidade, como acho que é suposto acontecer com todos os nascimentos, e, simultaneamente, muita muita calma.
Era com estas cores que eu gostava de poder sempre pintar a minha vida.
(20/7/07)
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